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Sandra Coordenadora

Coordenação Ensino Fundamental I,II e Médio

INTERPRETE O TEXTO ABAIXO

ERA UMA VEZ DOIS TRAFELNOS, MIRIMI E GISSITAR. OS DOIS TRAFELNOS EPORAVAM LONGE DAS PERLOGAS. NUM MASTO, PORÉM, UM DOS TRAFELNOS, MIRIMI,FELNOU QUE RAMALIA RIZAR E AROR UMA PERLOGA. GISSITAR REGOU MUITO. ELE RURBIA QUE MIRIMI NÃO RIZARIA MAIS DA PERLOGA. GISSITAR FELNOU, FELNOU, FELNOU, REGOU , REGOU, MAS NADA, MIRIMI ESTAVA LERUADO. RAMALIA RIZAR E AROR UMA PERLOGA, NO MASTO DO FABETI, MIRIMI RIZOU MUITO LONTO. NO MEIO DO FABETI PROCEU GISSITAR E OS DOIS RIZARAM ATELI. GISSITAR NÃO RAMALIA CLENAR MIRIMI.

RESPONDA:

  1. Quem eram os dois trafelnos?
  2. Onde eporavam?
  3. O que aconteceu num Masto?
  4. Quem Felnou?
  5. Como Mirimi estava?
  6. O que aconteceu no Masto do Fabeti?

Naturalmente, você deve ter acertado a todas as respostas.

Todavia terá você entendido o que o texto quis dizer?

Saberá explicar sua resposta?

Realmente, o que tal lição nos mostra deixa-nos perplexos: lê-se um texto e nada se compreende dele, em seguida, responde-se a uma pergunta sem ter compreendido também e no final das contas, a resposta está correta… a nota é dez…e a aprovação do ano está garantida.

Memorizar, não significa apropriar-se do conhecimento. Memorizar é uma das funções da inteligência, é a parte essencial, porém muito pequenina, da grande tarefa que cabe ao ser humano, a tarefa de pensar.

É grande a diferença entre uma aula somente expositiva, que privilegia a ação da memorização (eu explico, você entende) e a aula operatória que privilegia a compreensão de significados e mecanismos operatórios que levam ao conhecimento.

A partir daí o aluno constrói aprendizagens significativas, atribuí funções ao que foi aprendido e adquire uma memorização compreensiva.

Livro - Estratégias de Leitura

Revisão de textos

Revisão de textos produzidos pelos alunos

Um texto claro, compreensível, agradável, coerente, enfim, bem escrito é o que todo professor deseja que seus alunos sejam capazes de produzir. No entanto, uma das maiores frustrações para quem leciona Língua Portuguesa é justamente perceber que erros se repetem, apesar do empenho ao corrigir os textos. A causa dessa dificuldade pode estar na forma como é encaminhada a correção. Procedimentos básicos adotados nesse momento podem solucionar o problema.

Uma das primeiras práticas a seguir, na avaliação da consultora de Língua Portuguesa Maria José Nóbrega, é fazer a revisão na presença do autor da redação. “Quando a criança recebe um trabalho corrigido, olha a nota e não dá a devida atenção aos erros”, comenta.

Igualmente importante é determinar o que corrigir. “Apenas apontar erros ortográficos e gramaticais não é o bastante”, afirma Maria José. A gramática não deve ser deixada de lado, mas é preciso considerar vários outros aspectos que contribuem para a qualidade de um texto, como clareza, objetividade, emprego de expressões adequadas ou riqueza de vocabulário. Depois de trabalhar esses pontos em classe, incentive as crianças a incluir a tarefa em sua rotina e revisar, elas mesmas, o próprio texto.
Como aprimorar a redação

Revisar o próprio texto é parte fundamental do processo de escrita. Cabe a você estimular esse hábito e garantir os instrumentos necessários para que cada um assuma a responsabilidade pela tarefa. O segredo é ensinar algumas operações básicas de revisão, como cortar palavras ou trechos excessivos, substituir expressões vagas ou inadequadas, acrescentar elementos para tornar pensamentos mais claros, inverter termos ou sequências para conferir maior expressividade ou organizar mais claramente as ideias. “Por meio dessas práticas mediadas, as crianças se apropriam, progressivamente, das habilidades necessárias à autocorreção”, afirma Maria José.

Essa prática traz muito mais benefícios para o aluno do que passar o texto a limpo, após sua correção. “Geralmente eles fazem apenas uma cópia mecânica”, diz a consultora.

Oriente os estudantes a distanciar-se de sua produção. Eles devem se colocar na posição de leitores, avaliando se o que foi escrito está compreensível. Trabalhos em dupla, em que um lê o que o outro redigiu, ajudam a estimular esse tipo de percepção.

Um aspecto por vez

Seus alunos devem ser capazes de identificar imperfeições nos textos, refletir sobre elas e buscar soluções. O aperfeiçoamento da escrita vem com o tempo, à medida que a garotada incorpora um bom repertório de recursos linguísticos. Para tanto, indique regularmente a leitura de bons livros, representativos do gênero que está sendo trabalhado em classe. “Isso funciona como um suporte, fornecendo recursos para a criança criar algo novo e ficar mais atenta no próprio texto”, explica Regina Scarpa.

Acompanhe como encaminhar suas aulas para que o grupo se aproprie progressivamente das habilidades necessárias à autocorreção.

• Ao solicitar que a turma faça um texto, garanta as condições didáticas, definindo o tema, o gênero textual, quem será o leitor e qual a finalidade comunicativa do trabalho. Por exemplo: “Vamos produzir uma pequena enciclopédia sobre animais para a biblioteca da escola”.

• Na hora da revisão coletiva, transcreva o texto no quadro-negro, mostre-o em transparências ou entregue cópias para todos. Oriente a turma sobre que aspectos precisam ser melhorados naquele momento.

• Fique atento para não escolher um texto que apresente problemas de diversos tipos para evitar desviar a atenção do objetivo proposto. Se seu plano é ajudar o grupo a refletir sobre a repetição de palavras, por exemplo, transcreva o texto a ser trabalhado já sem erros de ortografia.

• Registre e discuta coletivamente as diferentes possibilidades apresentadas pela classe para aprimorar cada trecho. Explique que o critério de escolha da melhor opção deve ser sempre a eficácia comunicativa.

• Garanta que todos tenham acesso a materiais de consulta, como dicionários e gramáticas, e a obras de qualidade que sirvam de modelo.

• Reescreva o texto, incorporando as alterações propostas.

Tarefa de todas as disciplinas

Há quatro anos, o Colégio Marista Arquidiocesano, de São Paulo, criou o Laboratório de Redação, projeto multidisciplinar com o objetivo de melhorar o desempenho de crianças e adolescentes na produção de textos. Segundo a coordenadora, Cristina Helena Ferreira, a proposta é formar estudantes capazes de atender às demandas de escrita dentro e fora da escola. O Laboratório de Redação requer a participação de todos os professores, e não só os que lecionam Língua Portuguesa. “Muitas vezes a garotada estranha quando um professor de Matemática chama a atenção para um erro gramatical ou uma frase mal construída, mas isso ajuda a entender que a escrita nada mais é que um instrumento de comunicação e que, para sermos compreendidos, precisamos usá-lo adequadamente”, diz Cristina.

Um trabalho coletivo

Um dos objetivos da revisão é levar a garotada a perceber que uma bom texto não nasce pronto. ” Analisar o texto na presença do aluno ou fazer um acompanhamento durante a produção permite a ele incorporar sugestões, reescrever, substituir termos e reorganizar ideias, até obter um bom resultado”, explica Regina Scarpa, coordenadora pedagógica do programa Escola que Vale, do Centro de Educação e Documentação para Ação Comunitária. Como fazer isso em classes numerosas? “Uma saída é a revisão coletiva”, ensina Maria José. Verifique quais os problemas mais freqüentes nas produções da turma e escolha as mais representativas. O exercício se torna mais eficaz se você focalizar um aspecto de cada vez: coesão ou pontuação ou ortografia, por exemplo.

Ser pai

CONSTRUIR COM O FILHO OS ALICERCES PARA A VIDA, USANDO AS FERRAMENTAS: CARINHO, DEDICAÇÃO, AMOR, RESPEITO E COMPREENSÃOÉ MOSTRAR A ALEGRIA NO SORRISO

É CONSTRUIR UM SIMPLES BRINQUEDO COM O QUE TIVER EM CASA

EDUCAR COM A FORÇA DO SEU EXEMPLO

SEGURAR NA MÃO E NUNCA SOLTAR

ENCHER DE COMPANHEIRISMO COM A SUA PRESENÇA

E DEMONSTRAR GARRA, ÂNIMO E DISPOSIÇÃO.

PAIS, PAI E MÃE, CONSTROEM UM MUNDO COM SEU FILHO…

FILHOS E PAIS JUNTOS ATRAVESSAM AS PONTES DA VIDA, UNIDOS PELO SENTIMENTO MAIS NOBRE: O AMOR

Dicas para elaborar uma boa produção textual

1)Não desvie a proposta dada, siga-a rigorosamente.

2)Escreva corretamente e legível.

3) Centralizar o título na primeira linha, sem aspas e sem grifos .

4) Pular uma linha entre o título e o texto, para então iniciar a redação.

5) Fazer parágrafos distando mais ou menos três centímetros da margem e mantê-lo alinhado.

6)Não ultrapassar as margens ( direita e esquerda ) e também não deixar de atingi-las.

7) Evitar rasuras e borrões. Caso o aluno erre, ele deverá anular o erro com um traço apenas, exemplos: hoje o rapas rapaz não foi à escola.

8) Distinguir bem as maiúsculas das minúsculas.

9) Escrever apenas de caneta azul ou preta.

10) Uso de palavrões, jargões, gírias e colonialismo é proibido.

11) A linguagem do What’app ou Facebook deve ficar em casa; nunca abrevie palavras; vc,qdo,msm, p/,c/

12) Não faça repetições desnecessárias de palavras. O texto fica enfadonho e pobre, pois o leitor verá que você não tem muita leitura. Use sinônimos menina, criança, garota e guria.

13) Pontue adequadamente.

14) Releia o texto, é impossível tentar organizar melhor o texto, corrigir os erros e tirar nota boa sem reler o que escreveu.

15) Faça rascunho.

16) Evite o uso de palavras como: coisa, negocio, bagulho, só que, ninguém, todo mundo.

17) Use espaços normais entre as palavras, devendo estes ficar nem muito distanciadas nem muito próximas umas das outras.

18) Capriche na estética de sua redação. Faça letra legível, margens regulares, espaço uniforme, sem qualquer tipo de rasura.

19) Evite uso excessivo do “que”.

20) Cuidado com as redundâncias. É errado escrever, por exemplo: “ há cinco anos atrás”.

Entenda por que o letramento precoce pode ser prejudicial

Aprender a ler e a escrever antes do tempo pode excluir etapas decisivas no desenvolvimento das crianças

http://revistaeducacao.uol.com.br/textos/0/entenda-por-que-o-letramento-precoce-pode-ser-prejudicial-337697-1.asp

Educar é ensinar o encanto da possibilidade,

e aprender é sentir a emoção da descoberta.

Gostar de aprender, para sempre, é o melhor (e mais útil) que uma escola deve ensinar a seus alunos. O resto é detalhe.

Só progride de verdade, em sua profissão quem gosta de aprender; basta ver o histórico das pessoas que atingiram sucesso profissional.

Brincar é, em essência, a emoção da descoberta. É surpreender-se investigando, no cume da árvore, as frutas e flores. É admirar as conchas na praia, olhar os peixes no rio, sentir o gosto da chuva no rosto, sujar-se na lama, entrar em cavernas. Ou simplesmente ficar sem fazer nada vendo as coisas, qualquer coisa, passarem, entretido com o canto de um  passarinho. É cutucar a terra, descobrir a minhoca, cortá-la em pedaços e ver as várias partes se contorcerem. É ficar, sentado, intrigado sobre as cores do arco-íris.

Na brincadeira, unem-se prazer e aprender.

Dizem que a exceção confirma a regra, mas ainda não vi, nesse caso, a exceção: quanto mais longe vai o indivíduo, mais prazer ele tem no que faz. Por isso, ele suporta tanto estresse e frustração cobrados pelo alto desempenho.

Mesmo se fizer a melhor faculdade e tirar ótimas notas, o estudante não vai muito longe se não tiver aprendido, dentro ou fora da escola, onde está o melhor de si. Isso significa que o pior que pode acontecer para um adulto é ter matado a sua criança brincalhona.

Para ser um profissional razoável, estudo e empenho ajudam. Para ser bom, além de estudo e empenho, exigem-se talento e intuição. Mas para ser um inovador e superar os palmares de excelência, é preciso, além de tudo isso, sentir sempre e intensamente a emoção da descoberta, ou seja, gostar de brincar…porque brincar é, em essência, experimentar a emoção da descoberta.

…O adulto que gosta de brincar e não faz sucesso tem, em contrapartida, a magnífica chance de ser mais feliz,  livre do vício do aplauso, mais próximo das coisas simples. O problema é que parece ridículo uma escola informar aos pais que mais importante do que gerar bons profissionais, máquinas de produção, é fazer pessoas felizes, por serem o que são e gostarem do que gostam.

Adaptação do artigo de Gilberto Dimenstein, in Folha de São Paulo

Como construir o estudante do século 21

As crianças sentadas hoje nos bancos escolares do Brasil estão sendo preparadas para o futuro que as espera? Visitamos instituições de ensino públicas e privadas de São Paulo que propõem estratégias inovadoras para formar os líderes de amanhã?

Os desafios nunca foram tão imensos, e o papel da escola na superação deles é crucial. Como educar cidadãos para um século que, segundo o historiador inglês Eric Hobsbawm, talvez não seja tão mortífero quanto o anterior, que assistiu a duas grandes guerras, mas que já se anuncia turbulento? Como preparar crianças e jovens para enfrentar – e quem sabe melhorar – uma sociedade desigual e polarizada, com ricos cada vez mais ricos e competitividade crescente?

O que fazer para que a geração que hoje frequenta os bancos das escolas aprenda a proteger o planeta? Qual a melhor maneira de mostrar a esses jovens, habituados a relações virtuais, quão valioso é o contato físico, o olho no olho?

“Não basta apenas entregar um conjunto de informações: é preciso preparar para pensar”, acredita o educador Moacir Gadotti, diretor do Instituto Paulo Freire, em São Paulo, e consultor da Unesco, o braço das Nações Unidas para a educação, ciência e cultura. O assunto é tão sério e urgente que, ainda nos anos 90, a Unesco encomendou ao político francês Jacques Delors um relatório sobre a educação para o novo século. No texto, concluído em 1996, Delors indica quatro pilares que devem moldar o aprendizado no nosso tempo: aprender a aprender, aprender a fazer, aprender a conviver e aprender a ser. “A grande mudança pode ser sintetizada no conceito de educação para toda a vida”, afirma Gadotti. Isto é, a aquisição de conhecimentos não se limita à escola: ela nunca para de acontecer. “É uma visão holística da educação.”

Todo educador precisa ler esse livro

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